Você conseguiu, ela se foi!

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Bateu a porta, devolveu a cópia das chaves e se foi.

Creio que você agora deva estar feliz. Sentindo toda liberdade de um rapaz livre, cheio de farras pra colecionar, né?!
Né não?
Pois é, você nem se deu conta que você ia acabar se arrependendo.
Ela não ligou como costumava fazer e não te deixou nem sinal de fumaça.
É amigo, ela estava ali. O tempo inteirinho esperando que você desistisse da ideia de fazê-la desistir de você.
À propósito, você disse que nunca quis isso, que não tem culpa do que aconteceu….
Mas na verdade, você não precisou mover um dedo sequer para que ela partisse. E foi exatamente isso que a fez desistir, a inércia do teu amor.
E aí você diz que ela era instável demais,  carente demais, carinhosa demais, sonhadora demais.
Tá certo! Ela realmente era tudo isso.
Carente demais, carinhosa demais, feliz demais, mulher demais – pra você -.
Sinto em dizer isso, mas você conseguiu.
Então você vai encontrar ela sem querer daqui alguns anos, e ela sorrirá, sabe por que?
Porque você fez a pior escolha da sua vida deixando ela ir embora.
E ela? Ela fez a melhor escolha em deixar de insistir em você.
Mayara Pandolfi , publicado em: http://www.almalida.blogspot.com.br/
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As máscaras

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Cansada das máscaras, atores e atrizes da vida real…

 Cenas e ensaios da vida real, novela desse  falso cotidiano.

Tirando a maquiagem dos meus medos antigos, e dos sonhos adormecidos.

Voltando ao ponto de partida, rezando e pedindo que dessa vez de certo.

Afinal, quem nunca teve que voltar ao inicio e encontrar o caminho, ou mudar o caminho?

Que seja dessa vez então. E se não for dessa, que venha a próxima!

Só que sem máscaras, sem proteção, e sem armaduras… Apenas deixar entrar no peito, entrar na alma, cada tropeço, cada acerto, cada amor, cada pessoa, cada momento.

Chega dessa superproteção, desse medo exagerado de tudo e dessa constante mania de se iludir com n-a-d-a.

De olhos abertos, peito aberto, coração nem sempre… É assim que vai ser!

Mayara Pandolfi, publicado em http://almalida.blogspot.com.br/

Novamar

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O medo do fim instalado em nossas vidas já se tornou comum.

Engraçado que como antes de começarmos algo, o medo do fim já se tornou uma verdadeira assombração.

Fim da vida, fim do amor, fim do dinheiro, da juventude…

Inútil fingir a não existência desse medo já que  não  queremos o fim.

Mas que tal deixar o medo pro final? Se houver um, é claro.

Não. Nem tudo é eterno. Talvez nada seja. Mas só saberemos se um dia tudo isso  acabar.

Quando um amor acaba tudo o que fazemos é enrijecer a boca e o coração.

Nunca mais amar. Nunca mais sofrer.

Só esquecemos que os espaços da vida tendem a ser preenchidos. Quase sempre.

O fim de um amor pode não ser só um fim.

É tão bom se descobrir. É tão bom recomeçar, reinventar, SOBREVIVER.

Olhos brilhando novamente, coração acelerado, o primeiro beijo, o primeiro sonho a dois… ou a três.

 Um Eu te amo novinho em folha. Um Novo amor. Novamente Amar. Novamar.

A vida é feita de recomeços, e se o o Eu te amo não for assim “novinho em folha”, encare-o como se fosse.

O grande erro do homem é decretar o fim de tudo sem consertá-lo.

Ame de novo, e se não der… Re-Ame.

Mayara Pandolfi, publicado em: http://almalida.blogspot.com.br/