Saudade não mata

hug

Eu contei com o acaso pra me livrar da saudade, pra distrair a rotina e a exatidão dos meus passos. Eu cantei aos quatro ventos, o som que fazia teu riso e o jeito como pousava os olhos em cima dos meus, assim, macio, distraído… Eu fiz amor virar poesia, prosa, verso, rima e guia, pra ter sempre pra onde voltar. Eu fui correria, confusão e quando nada ia bem, eu dormia na monotonia da tua solidão. Eu surrupiei os teus medos, abracei os teus erros, mastiguei tuas mágoas e virei paz, só pra amansar teus olhos. Quando nada mais faz sentido, o desespero sussurra aos ouvidos, que a minha sorte, é que saudade não mata!

Natália Brandão, publicado em https://www.facebook.com/OMocoEOOcio?fref=ts

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