Que pelo menos seja amor

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Se for luz, se for sonho, se for coração. Se for dia, se for noite, se for opção. Se for lento, ou rápido demais, se for violento ou cheio de paz. Se for saudade, se for aperto, se for só medo. Se for viagem, se for pesadelo, se for receio. Se for riso ou lágrima, se for tarde ou madrugada. Se for música ou barulho, se for silêncio ou orgulho. Se for um beijo, se for um abraço, se for um laço. Se for um moço, se for um osso, se for o ócio. Se for um livro ou um artigo, se for um disco. Se for o relógio, se for o tempo, se for o atraso. Se for velho, novo ou de meia idade. Se for vazio, cheio ou pela metade. Se for incrível, ridículo ou engraçado. Que pelo menos seja amor, daqueles de canto de mesa, que a gente pode cuidar e sorrir, com aquela sensação de pra sempre.

Natália Brandão

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