Uma crônica sobre corações inquietos que dizem SIM ao amor

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Não usaram palavras como especial, diferente ou qualquer coisa do tipo, apesar de terem se reconhecido no instante em que se olharam. Era o primeiro encontro, e não que isso fizesse diferença ou fosse alguma barreira para dar nome às suas emoções, mas era cedo demais para tentar nomeá-las; precisavam mover-se até os ponteiros se acertarem.

Não queriam ser um clichê empilhado de promessas. Ao invés de discutirem fidelidade e ciúme -previsível demais- trataram de levantar logo da cama e foram comer lanche natural com suco de maracujá, de madrugada mesmo, durante uma mordida e outra, planejaram mais “sim” ao invés de “não”, mais sorrisos, mais nudez e mais viagens. Sim à Campos do Jordão, sim às futuras parcerias e sim à forma mais bonita de se prender -sendo livre. Porque você é o meu porto seguro e o tudo o que eu preciso nesse exato momento é dormir com a sua cabeça no meu peito, sentindo seu cheiro.

Eder Fabrício, publicado em:  http://universo–paralelo.blogspot.com.br/

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