Liberte-me

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E eis que, de repente, ela se depara com uma vida repleta de altos e baixos, incertezas, histórias escondidas e fatos que começam a se ligar e fazer sentido. Ela se vê seguindo caminhos que não foi ela quem escolheu. Ela percebe que há tempos tem deixado de viver momentos, um tanto quanto especiais para ela, por causa de padrões e regras fúteis que são lhe impostos. Alguém, por favor, manda essas regras à merda? Quem é o  infeliz responsável por elas? Mas que título é esse que concede a honra de comandar a vida de alguém já maduro o suficiente para escolher o que quer? Regras e padrões são para o trânsito, para a educação, para a política, para o futebol… E não para situações que envolvam sentimentos e, principalmente, quando se tem a felicidade alheia em questão. Não há fórmula para a felicidade, cada um segue um caminho para ir em busca da sua. Conselhos, palpites, sugestões e críticas são bem-vindos, mas ainda assim coletando dados, no final das contas, só um pode fazer as próprias escolhas. E mais ninguém.

Débora Oliveira

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