Riso cretino

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Bem me quer ou mal me quer: importa que queira. Das insinuações ficam os sorrisinhos indecentes; dos disparates, o arrepio safado da adrenalina. É essa boca maldita, o riso cretino, o pescoço severo, o charme contido. Diz e não diz, vem e vai. Some e volta. Fica olhando de fora, pensando se toca ou não toca. Pega à força. Sem pausa pra respirar. É o jeito. Vem?

Paula Pfeifer, escreve para o http://sweetestpersonblog.com
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