Pensamentos aleatórios

Espero ansiosamente pelo dia em que a minha vida será relatada através de um filme como aqueles que tanto admiro: a história em si não é boa, mas os personagens sim. Existirá aqueles traços constantes, a repetição de uma cena ou estilo, e não será poupado o orçamento para com o zoom. Tentaremos compensar economizando em figurinos, eu mesma não me importo de aparecer sempre com a mesma roupa, acho até mesmo que esse tipo de coisa é bem interessante, logo eu veria ao andar pela rua, uma série de outras garotas tentando imitar o meu casaco de couro que lembra alguma coisa faroeste ou ainda a minha blusa verde um tanto hippie. A trilha sonora ia ser só vertigem.

A verdade é que costumo me apegar demais as coisas que que fazem parte de cada momento em especial. No momento, sou tão Oliver Tate quanto fui Constance na minha época “Oscar Wilde”. De fato, eu queria poder viver tudo o que eu sinto, e como a única fonte que sucumbe a esses meus tais desejos é a imaginação, a leitura e a escrita, lá vou eu viver pela arte de me perder, até porque agora, mais do que nunca, estou tendo grandíssimo contato com a arte, e acho que isso deve ser aproveitado, nem que seja para me tornar ainda mais perdida e delirante, é pela primeira vez, que me sinto consciente desse estado, o mundo ganhou novas cores, talvez vermelho e dourado especificamente.

Constance

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