Brincadeira de gente grande

Quando andar na linha parece mais difícil que nas beiradas, descobrimos que gostar de alguém dos dias de hoje é punk.

Com todo esse sentimento de desapego, de amores fáceis, difícil é encontrar alguém que esteja disposto a abrir mão da sua solteirice para querer algo sério.

Pra amar tem que ter peito. Corajoso mesmo. Tem que entender/aceitar o outro como outro. Tem que saber dosar ousadia e jogo de cintura. Ora o que eu quero x o que o outro quer.

Muito se vê quem levante e defenda a bandeira do amor hoje em dia, mas muitos também são os que não aceitam o amor que não seja o seu. Preconceito puro.

Pouca gente sabe, mas para amar é preciso tempo.

É preciso adaptar-se a vida a dois, ter espaço pra si e uma vida conjunta. Fácil? Não.

Na era do imediatismo queremos tudo pra ontem. Pra hoje já não serve. Como, desta forma, conseguir construir uma vida em conjunto? Porque sim, o amor é o começo. Vai precisar mais pra solidar uma relação.

Quando não se tem mais tempo pra nada, ainda sobra tempo pro amor? Não sei, as vezes acho que as pessoas estão dando valor exagerado ao que na essência é só detalhe. Inversão de valores mesmo.

É a época do desinteresse para parecer interessado. Loucura.

Uma confusão de mensagens indecifráveis, que ligam nada a ponto algum.

Amar é coisa de gente grande mesmo. Precisa de muita maturidade e juízo nenhum pra entender as coisas do amor.

Se você está disposto: SE JOGA! Nada melhor que conseguir se entregar de corpo e alma em uma relação saudável. Alguém topa? Pois é.

Laira Custódio

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